segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Casal multado por reuniões bíblicas nos Estados Unidos
domingo, 2 de outubro de 2011
Como as religiões vêm umas às outras
A original está aqui:
http://4.bp.blogspot.com/-EZtJB6qRMj0/TnfvXrvMelI/AAAAAAAAA9I/h7tmDk9SQ7o/s1600/Denomination%2Binterpretation%2Bchart.jpg
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Edir Macedo perde o juízo: será que bebeu?
No
último de seus ataques, Edir Macedo comparou
os cultos das igrejas pentecostais aos terreiros de candomblé
(como se a IURD não tivesse nenhuma semelhança) e chutou em 99% o percentual de
cantores
gospel endemoniados (seguramente,
nenhum da Line Records).Já vimos essa história
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Emenda pró-homossexual agrada à senadora Marta Suplicy
O projeto em questão prevê uma série de ações que aceleram a agenda homossexual do Brasil, com ações punitivas contra atos de discriminação contra a orientação sexual de terceiros. Todos os que “incitarem o ódio ou pregarem” contra o homossexualismo poderão ser reclusos de 2 a 5 anos.
Entre outras disposições, o projeto da OAB defende a retirada das menções a ‘pai’ e ‘mãe’ nos documentos de identidade (trocando apenas por ‘filiação’), a adoção de cotas proporcionais à orientação sexual no serviço público, o início do tratamento para a troca de sexo aos 14 anos – e a cirurgia (gratuita) a partir dos 18 – e a proibição de tratamento de reversão da orientação sexual, mesmo por vontade própria.domingo, 31 de julho de 2011
‘Marco Zero’: pomo da discórdia
O local chamado ‘Marco Zero’ (Ground Zero), a área onde ocorreram os atentados contra o World Trade Center em 11 de setembro de 2001, caminha para tornar-se um dos grandes polos mundiais da discórdia religiosa, mais ou menos como o setor onde está a cúpula do Rochedo, em Jerusalém.O que precisamos entender sobre isso?
Para uma parcela da opinião pública, a construção de uma mesquita islâmica é bastante oportuna para mostrar que os Estados Unidos são uma nação multicultural, o que desencorajaria futuras ações terroristas de militantes radicais, dentro e fora do país, e que (por acaso) são de religião islâmica e sempre viram o WTC como um símbolo a ser destruído – até o dia em que conseguiram.
Contudo, para além de toda essa ingenuidade ‘politicamente correta’, há um duplo-padrão na atitude dessas autoridades quando ao uso do Marco Zero e suas imediações para construções com alto valor simbólico.
É preciso lembrar que Nova York é uma das cidades com metro quadrado mais valorizado no planeta e a construção de um prédio para finalidades religiosas é impossível sem o aval oficial, a eliminação de complexos entraves burocráticos, e um forte amparo financeiro, inclusive com recursos públicos – o que se choca com a Cláusula de Estabelecimento da Primeira Emenda, que há mais de 200 anos estabelece uma rigorosa separação entre o estado e a religião.
Essa situação contrasta com a situação de uma pequena igreja ortodoxa grega, situada dentro do Marco Zero (neste local desde 1916 e totalmente destruída pelo atentado de 2001). Sua reconstrução vem sendo sistematicamente bloqueada desde então pela Autoridade Portuária da cidade – que prefere usar o seu terreno como um estacionamento. O prefeito Bloomberg não tem dado nenhum apoio à reconstrução da igreja ortodoxa em seu próprio terreno original.
Na última semana, os ateus resolveram meter o bedelho no Marco Zero.
Sua intenção é remover uma cruz de 17 metros erguida recentemente no memorial do 11 de Setembro. Essa cruz, na verdade, é uma parte da estrutura original do WTC que foi encontrada por trabalhadores no meio dos escombros. Acabou se tornando um símbolo que homenageia os mortos naquele ataque. Para os ateus, porém, esse ícone representa apenas uma religião.
A cruz não é o único símbolo religioso presente no memorial. Há símbolos de religiões que representam os diferentes credos das milhares de vítimas dos atentados (que incluíam até mesmo muçulmanos). Mas os ateus, até o presente momento, só querem derrubar a cruz.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Breivik e o 'fundamentalismo cristão'
3. Breivik louva Charles Darwin e defende a teoria da evolução nos pontos em que esta contradiz a Bíblia. "Quanto à Igreja e à ciência, é essencial que a ciência tenha uma prioridade indiscutível sobre os ensinos da Bíblia".quinta-feira, 21 de julho de 2011
Você ainda vai ter uma lei só sua
A cobertura da mídia sobre o incidente em que pai e filho foram agredidos por um grupo que os confundiu com homossexuais em uma feira em São João da Boa Vista (SP) foi geralmente completada pelo seguinte comentário: “E ainda não existe uma lei contra a homofobia”.
Esse comentário induz claramente no ouvinte ou no leitor a seguinte conclusão inevitável: “Então deveria existir essa lei...”. Qualquer um irá concordar que se trata de uma violação brutal à integridade física de duas pessoas, desconhecidas por esse grupo, que agiu movido por um sentimento ainda não bem explicado de ódio ou preconceito. Até esse ponto não há nenhuma discordância.
O erro está em inferir a necessidade de um agravante adicional ao motivo que gera o preconceito (nesse caso, impropriamente, já que as vítimas nem eram homossexuais). A punição contra agressores físicos já é prevista na mesma lei que protege todo e qualquer cidadão contra violações à sua integridade individual. Não se pode afirmar previamente que os agressores serão punidos segundo os procedimentos abertos na Justiça. Porém, que lei existe, existe.
Porém, se cada tipo de agressão praticada exigir uma lei adicional que enfatize a sua motivação (talvez de modo a saciar os sentimentos que a mídia desperta na própria sociedade), teríamos que pensar em leis específicas contra todo grupo que for atingido por algum tipo de agressão imotivada (obesos, magros, altos, magros, religiosos, não-religiosos, etc). A facilitação de cada uma lei dependeria apenas na mobilização de cada um desses grupos, para convencer a sociedade que a agressão que sofre é mais injusta que a dos demais.
Fatalmente, a sociedade seria dividida entre "protegidos" (sob guarida apenas da lei geral) e "superprotegidos" (sob guarida da lei geral e mais uma específica). É fácil entender porque essa questão sai do campo do direito e emerge no campo político.

